quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Crise de: Seriados


 
    Seriados é, certamente, um ótimo entretenimento, mas que eu não sou nada viciada. Somente pelo fato de que eu não fico procurando seriados que me interessem! Mas, como se fosse por uma força magnética, eles vêm até mim! Bom, a série que eu sou apaixonada desde o primeiro episódio da primeira temporada é American Horror Story.

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         - Primeira temporada:






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    A série apresenta a família Harmon, Ben (Dylan McDermott), Vivien (Connie Britton) e sua filha Violet (Taissa Farmiga), que se mudam de Boston para Los Angeles depois que Vivien sofre um aborto e Ben tem um caso extraconjugal, no novo lar eles descobrem que a propriedade guarda segredos e histórias horripilantes. Ben começa a atender seus pacientes em casa, um em particular, Tate Langdon (Evan Peters) possivelmente psicótico, tem um grande interesse em Violet. Ben não sabe que Tate é tanto um fantasma como o filho de Constance. Enquanto a família se instala na casa, acontecimentos bizarros e, muitas vezes violentos começam a ocorrer com maior regularidade.

    Não continuarei porque spoiler demais tira toda a graça! Mas a primeira temporada já foi finalizada e para a alegria de todos, a segunda não demoro muito a vir. 

  

  -  Segunda temporada :



   O enredo dessa temporada se desenvolve na década de 1960 em um hospício, cujo passado é sombrio. O hospício é comandado pela Irmã Jude (Jessica Lange) e pelo Dr. Arthur Arden (James Cromwell), cujos desejos secretos que nunca foram satisfeitos. Aparentemente, o Dr. Arden esconde na floresta ao lado do hospício criaturas de outro planeta; ao mesmo tempo, esconde também todas as informações possíveis sobre a história de um famoso serial killer local, o Bloody Face (Cara Sangrenta). Ao que tudo indica, as paredes de Briarcliff ainda tem muitos mistérios para serem revelados.



   De inicio, criei muita expectativa, mas essa temporada não tem absolutamente nada a ver com a primeira, mas nem por isso deixa de ser boa.  Eu acompanhava o lançamento de cada episódio, mas fiquei desinteressada por um tempo. MEU MAIOR ERRO! Quando voltei a assistir, me surpreendi e viciada estou novamente.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Psychotic




 –Eu... Eu vi, eu estava lá. A pouco, eles queriam me pegar! Eu sei disso, eles... Eles acham que eu não sei, mas eu sei. EU SEI!- Ele passava as mãos no cabelo como se quisesse se acalmar.


   Delírio, o principal sintoma.


  Era difícil ver um garoto de 17 anos assim, delirando. Afinal, ele era muito bonito, inteligente, sua família tinha muitas posses. Impossível de acreditar, diria eu.


  Eu tento entende-lo há três anos... E a única conclusão que eu cheguei foi que ele era a prova viva de que determinadas coisas não precisam ser entendidas, para serem perfeitas. Ah sim, eu o achava perfeito! Mas que perfeito, eu só não entendia como um garoto podia ser tão... Psicótico. Sim, era o que ele era: um psicótico.


  O psicótico possui um estado anormal de funcionamento psíquico:


  – O silêncio é realmente o seu método mais eficaz?- Ele me olhou de maneira inexpressiva. –Francamente, é patético.


  Mudanças de humor constante.



  Não sei por que, mas eu só sabia observá-lo. Ele era fascinante. Psicoticamente fascinante. Peguei uma caneta para anotar isso. Em seguida deixa sobre a mesa. Ele olhou para a caneta e depois para mim.


  – Você não a pegou ai, pegou? – Perguntou.


  – Não, não peguei. – Respondi simplesmente, ele revirou os olhos e colocou a caneta em seu suporte.


  – Você nunca coloca no lugar... – Murmurou ele, eu arqueei uma sobrancelha.


  – E você sempre conserta tudo. – Anotei mentalmente. Ele apenas me lançou um olhar indiferente, não é como se eu já não estivesse acostumada.


  Manias.


  De repente ele ri. Eu o olho interrogativamente.


  – Por que você não vai lá contar pros meus pais a sua grande descoberta? – Ele perguntou com desdém.


  – Do que está falando, Cas? - Me fiz de desentendida.


  – Ah, você não sabe? - Ele soltou uma risada nasalada. - Aquela coisa que você tenta descobrir faz três anos. – Mais uma risada. – Francamente, não sei por que ainda perco meu tempo com você. – Dito isso ele se levanta e começa a andar pela sala.


  Até que ele para de costas pra mim, eu olho apenas desvio o olhar por alguns segundos. Ele tinha razão, eu era um fiasco.


  – Olhe como fala comigo Castiel! – Levantei revoltada, por assim dizer. Onde já se viu? Eu tinha quase o dobro de sua idade.


  – Castiel? O que houve com o Cas, Sarah? – Ele disse se virando para mim. Foi ai que percebi que ele segurava algo, instantaneamente eu arregalei meus olhos diante daquele objeto pontiagudo. – Com medo? – Ele tinha um sorriso de lado e um olhar que brilhava excitação. – Todos ficam.


  Ele já dava lentos passos ao meu encontro. Meu coração batia em uma velocidade absurda. Eu sentia minhas mãos suando, isso sempre acontecia quando eu ficava nervosa, ansiosa ou com medo.


  – O que... O que você vai fazer Castiel? – Eu perguntei, minha respiração estava descompensada, minha voz deve ter saído como um sussurro.


  – Eu sempre tive a impressão de que você nunca me ouvia realmente. – Ele estava cada vez mais perto. – Você não ouviu quando eu disse que você era uma perda de tempo?


  Eu estava me preparando para fugir, eu nunca fechava a porta, ela ficava apenas encostada. Mas essa preparação toda sumiu quando o sinto bem próximo de mim, olhando fixamente para meus olhos.


  – Seus pais... Todos vão saber se você me matar. – Eu disse tentando parecer firme. Tentativa inútil, minha voz falhava a cada palavra que saia de minha boca. Ele sorriu.


  – Sarah, não é como se eles ligassem... Afinal, eu não vou matá-la. –Ele fez uma pausa, eu quase cheguei a me sentir aliviada ao ouvir essas palavras. – Só vou proporcioná-la dor, vou deixá-la agonizando até que caia na mais profunda inconsciência... Para sempre.


  Pânico. Era tudo o que eu sentia, acho que ele podia sentir também. E não era só pelo simples fato de estar prestes a morrer, mas sim pelo seu olhar. Seu olhar que conseguia expressar frieza, ansiedade, diversão, prazer e ao mesmo tempo nada.


  Um arrepio corre por todo o meu corpo quando ele coloca delicadamente uma mexa de cabelo atrás da minha orelha.


  – Você poderia gritar, chorar, pedir misericórdia... Sempre fica mais divertido. – Ele sussurrava em meu ouvido, de uma maneira que me deixava excitada. Assustadoramente excitado. Eu fechei meus olhos, esquecendo de tudo por um momento. Por outro breve momento eu selo nossos lábios rapidamente, quase como um simples roçar...


  Eu volto a abrir os olhos e tenho sua imagem confusa, mas logo depois ele sorri novamente. E eu sinto algo atravessar meu estomago. Olho pra baixo e vejo aquela faca atravessada em meu corpo... Minha visão começa a ficar embaçada e meu corpo vai de encontro ao chão, fazendo minha cabeça bater fortemente.


  – Patética. – Foi a última coisa que ele disse antes de sair como se nada tivesse acontecido... Foi a última coisa que eu ouvi.




xoxo

Minha primeira e unica fic! Postada no site Nyah! Fanfiction (www.fanfiction.com.br) dia 26-12-2010 o.o 
    O link da minha fic lá no site- http://fanfiction.com.br/historia/119141/Psychotic./

kisu